O que se planta se colhe. Evidentemente, uma expressão trivial da sabedoria popular, mas com uma infinidade de analogias que podem ser empregadas em todos os contextos da nossa vida. No desenvolvimento sócio-econômico-cultural-emocional-empírico e outras tantas vertentes de nossa realidade, o que ansiamos, o que fazemos por acontecer, o que planejamos, são o reflexo do nosso campo de visão, se ele é extenso, se é medido com as relevâncias do espaço/tempo que impomos, se será benéfico ou maléfico, e todas as outras variáveis que consideramos ao avaliar nossas investidas, enfim. Não existe um prazo de compensação na colheita específico daquilo que plantamos quando se trata de nossas vidas, mas a colheita é certa. Assim sendo, é bem simples: Aproveitemos o nosso campo de visão aguçado e extenso, analisemos a forma mais apropriada para o uso desse espaço visando alcançar o máximo proveito possível, potencializando os resultados durante o processo, aproveitando tudo, fazendo tudo o que não fora planejado de forma cautelosa, estando atentos e preparados para os demais imprevistos e intempéries, mantendo os pés no chão e arregaçando as mangas com todo o empenho para o alcance de nossos objetivos, sabendo assim, condicioná-los à nossa própria vontade, defendendo com todo o afinco, por ter sido trabalhoso, e consequentemente se tornando valoroso, e colher os frutos de uma investida de sucesso. A compensação por todo o sacrifício. O que você está plantando ultimamente? Vale o esforço? Você considerou os prós e os contras? Os frutos foram bons? Você simplesmente jogou os frutos podres fora? Você considerou que até mesmo os frutos podres servem de adubo? Você adquiriu sua autossuficiência após aprender como plantar?
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plantar,colher e vice-versa
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Postado por Junior às 10:45 | Marcadores: textos reflexivos | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
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