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  1. Fúteis relacionamentos

    sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

    Os relacionamentos atuais. A que ponto chegaram? O quanto tornaram-se decadentes? Foram reduzidos a quê? 
    Em épocas precedentes, o matrimônio era um negócio que visava garantir e manter a reputação, a posição social, e o poder aquisitivo das famílias que decidiam se unir, selando esta união com o casamento dos membros de suas respectivas famílias. Este pacto era firmado, regido e administrado pelos patriarcas de ambos os lados. Atualmente, com a costumeira e consequente quebra de paradigmas, dogmas e costumes dos quais o mundo está sempre suscetível com o passar do tempo, nota-se que houve mudança somente nos tipos de interesses, nos tipos de relacionamentos, e nos interessados em finalizar a transação, pois o interesse ainda se faz presente. E sempre será dessa forma, o que leva ao seguinte questionamento: Que tipos de interesses? Atrevo-me a dizer que, as pessoas renegam ou não dão a devida atenção que as tantas virtudes, valores morais, destreza, benevolência, dignidade, e outras características nobres despendam, para salvaguardar-se única e inteiramente aos valores estéticos e monetários, de forma que, um relacionamento limita-se a uma parceria favorável aos titulares, seja por destaque, seja por capricho, seja por autoafirmação. Tudo com o intuito de elevar-se perante terceiros, nada que seja para usufruir e dedicar a estima, consideração, afeto e admiração ao parceiro(a). O pensamento difundido entre a grande maioria dos homens é o de que, quanto mais beleza, dotes físicos, seletividade, ternura e venustidade uma mulher possuir, maior é a sua dita conquista quando esta é adquirida perante o meio que o circunda, e a sociedade em geral. Em contrapartida, a grande maioria das mulheres tem como prioridade, a intuitiva ação de buscar atributos de destaque diversos, como a estabilidade financeira, ou ambição, tônus muscular, boemia, liderança, entre outras características que também diferem um homem em potencial que seja disputado e requisitado pelas rivais. O desejo sempre é instigado pelo grau de destaque social que o titular detém, e os valores morais anteriormente citados somente em última instância são levados em consideração, por ambas as partes.
    Obviamente, não faço essa análise em prol e defesa dos desprovidos de tais atributos, como também não condeno que a busca por estes, em um dado momento da relação, seja equivocada na íntegra. Atenho-me somente ao expor a superficialidade dos relacionamentos atuais, e os atributos ansiados pelos interessados. Esta demanda influenciou e muito as ideias de ambos os gêneros com o passar do tempo, levando-os a se moldarem nas exigências impostas entre si, para beneficiarem-se de comum acordo. Homens que trabalham, compram um automóvel, estudam e malham somente para qualificarem-se para as mulheres e tripudiar outros homens, mulheres que recorrem à academia, cirurgias plásticas e outros artifícios estéticos e de moda somente para humilhar outras mulheres e conquistar homens mais destacados. É ausente o desejo de melhorar o condicionamento físico para manter-se saudável, nem tampouco há o intuito de elevar o poder aquisitivo para suster-se e aos familiares. Com toda certeza temos o direito de escolher as pessoas das quais tencionamos nos envolver. Mas, ainda assim, precisamos ponderar no que será melhor para nós, fator que é possível somente quando levamos em consideração tanto os atributos físicos, quanto intelectuais, morais, altruístas e idôneos. Afinal, seremos nós que iremos usufruir, partilhar, e conviver com essas características da outra pessoa, não a sociedade em geral. Partindo do preceito de que tudo começa na escolha, vejamos quais atributos estamos priorizando, e quais atributos estamos pondo em segundo plano. E que, durante esse processo, não nos esqueçamos de nos avaliar criteriosamente, pra também fazer valer o intitulado ''merecer para poder receber''. Que possamos ser sábios e perspicazes em nossas escolhas, e resolutos no identificar, remediar e descartar das decisões que não irão em nada nos beneficiar.

  2. Você já idealizou alguém?

    Você já nutriu os sentimentos mais nobres, altruístas, idôneos e platônicos por uma pessoa em especial?

    Você já se dedicou única e inteiramente a ela, tornando-a responsável até mesmo por seu desejo de viver?

    Você já pôde identificar sinais comportamentais de que era correspondido, mas que estes mesmos sinais eram questionáveis por conta de outros comportamentos que também eram, por sua vez, ambíguos?

    Você já se surpreendeu questionando se seria capaz de morrer por ela e deduzir que sim, morreria sem titubear?

    Você já fez inúmeras juras e promessas das quais se arrepende até hoje de haver feito?

    Você já a declarou como sendo sua propriedade, mesmo que isto não tenha sido acertado oficialmente entre ambos?

    Você já se esforçou o máximo para agradar, e notou que todo esse esforço não foi merecedor de reconhecimento?

    Você já se sentiu na obrigação de ter que fazer algo contra a aprovação, mesmo que isto não fosse da sua conta, apenas para mostrar que se importava e a apoiava?

    Você já se viu corroído pelo ciúme e fazendo inúmeras suposições e especulações? Procurando pistas, procurando suspeitos, procurando jogadas e não conseguindo sequer dormir por consequência disso?

    Você já foi acometido de doenças que tiveram como agravante a sua situação emocional/psíquica e desfavorável para recuperação?

    Você já foi afetado em sua carreira profissional e/ou discente por não dedicar-se mais da mesma forma que antes, e passar a ocupar todo o tempo que dispunha com ela?

    Você já relevou uma infinidade de humilhações, testes e crises emocionais, apaziguou escândalos, expôs-se ao ridículo, cedeu às pressões sociais e calou-se para que isto não perdurasse por mais tempo?

    Você já rejeitou conselhos, se afastou, pôs em segundo plano, ou cortou relações com família, amigos e pessoas de sua confiança por intermédio dela?

    Você já perdeu as contas de quantas idas e vindas essa pessoa já fez em sua vida? E que, a cada uma dessas visitas inesperadas, tudo viria à tona e voltaria por água abaixo?

    Você já se recusou a crer que ela seria perfeitamente capaz de traí-lo, abandoná-lo, ou decepcioná-lo a qualquer momento?

    Você já quis se retratar, se desculpar, ou se reaproximar oferecendo uma infinidade de presentes e gentilezas mesmo que não houvesse feito nada de errado?

    Você já se submeteu aos tratamentos estéticos, recorreu à obtenção de bens materiais, ou fez e adquiriu quaisquer coisas que estivessem fora do seu alcance ou não o agradassem somente para reafirmar o apreço, a estima e a permanência daquela pessoa por você e com você?

    Você já fez vista grossa aos impulsos e comportamentos daquela determinada pessoa que antagonizavam totalmente com os seus princípios?

    Você já fez sacrifícios de deixar coisas mais importantes de lado somente para estar presente, fazer favores, prestar labores, tomar as dores, e sofrer dissabores por ela?

    Você já se portou mal, tomou alguma medida drástica, cometeu algum ato impensável ou determinada atitude vergonhosa e ainda se tornou motivo de escárnio dela depois disso?

    Você já se conformou, se conteve, se submeteu, se rebaixou, e finalmente chegou ao fundo do poço por causa dela? Você já cogitou a possibilidade até mesmo de desistir da sua vida? Vida esta que, anteriormente, você seria capaz de abdicar em benefício dela?

    Você já considerou a possibilidade de que, o seu egoísmo obsessivo e prejudicial por ela, não era necessariamente correspondido da parte dela por você, porque na realidade era correspondido da parte dela por ela própria?

    Você provavelmente espera que nesta primeira e última frase afirmativa deste texto, eu lhe dê uma solução para que você possa superar tudo isso, ou para que nunca mais se repita novamente. Porém, eu lhe pergunto:

    Você já tentou começar a fazer tudo exatamente ao contrário do que já havia feito anteriormente? 

  3. VOCÊ NÃO É ESPECIAL
    Você sentou novamente em frente ao computador, abriu o navegador e voltou a desperdiçar seu tempo.
    Enquanto continua lendo o texto de um cara que não sabe absolutamente nada sobre o que escreve, não vai adicionar nada à sua cultura, ou mesmo tem alguma influência no assunto, o mundo lá fora pressiona algum outro idiota a fazer o mesmo que você.
    Faz alguma ideia da importância disso? É, imaginei que não, mesmo.
    A sua vida é este sonho onde a lucidez é apenas uma ilusão com a qual você alucina nos raros momentos onde para e pensa em alguma coisa que não seja um monte de porcarias aleatórias. Olhos abertos, olhos fechados, dormindo ou acordado, qual a diferença? Você não tem autonomia alguma para decidir nada. Nem mesmo o que, em quem ou como quer pensar.
    Enquanto você continua lendo, numa tentativa de encontrar respostas, seus problemas permanecem lá, do mesmo jeito. Sua vida permanece cheia de crises, pendências e uma completa ausência de sentido. “Vazio” é a palavra que descreve tudo. O melhor que consegue fazer para mudar é contratar uma diarista, comprar um sofá e uns tapetes para decorar o apartamento, arranjar uma namorada e levá-la para passear no shopping.
    Você não tem coragem sequer de sentir dor. Fica ansiando pela felicidade como uma criança assistindo ao Rei Leão, achando que um dia vai ser rico e substituir seu chefe. Abre o seu navegador n’um site qualquer, esperando que alguém lhe diga como, o que ou quem você deve ser, imaginando a vida de pessoas que pensa serem diferentes de alguma maneira especial. Seres fora do planeta Terra. Exemplos a seguir. É assim que uma pessoa deve realmente deve ser?
    Por algum motivo, você é incapaz de admitir que seja um nada, que a sua presença na Terra significa tanto quanto um átomo de um grão de areia na praia. Não tem coragem de imaginar seu próprio caixão com o cadáver do que um dia pensaram ser você, lá dentro. A ideia de ter uma vida finita o amedronta tanto que isto o torna uma vaca dócil no abatedouro.
    “Você precisa saber que vai morrer. Não ter medo. Saber que vai morrer.”
    Precisa saber que o seu último dia chegará e pode ser daqui a algumas horas. Precisa saber responder, sem hesitar, o que você quer fazer com o pouco tempo que possui. Pintar, bordar, plantar uma árvore, ser uma estrela do rock, não importa. Você precisa saber.
    E você espera que eu abra as portas da esperança, traga alguma receita de felicidade ou um passaporte para a ilha da fantasia, sinto muito. Não é sobre felicidade que vim falar. Não vou ensinar como ser mais forte, mais bonito, mais inteligente, ganhar mais dinheiro ou conquistar mais mulheres. Não, nada disso. Tudo o que sei é sobre perda, sofrimento, vício, desilusão, batalhas e, principalmente, derrotas.
    Eu digo: pare de lamentar suas derrotas. Pare de sofrer inutilmente. Aprenda a gostar disso. Perceba o sabor do sangue na sua boca quando o soco chega. A falta de ar quando o impacto atinge o seu estômago. A poeira no rosto quando você cai de cara e não sobra mais nada. Note o brilhantismo deste momento. A oportunidade única que chega agora. Ria diante da dor, aproveite para sair do torpor e lembrar, alguma vez, o que é realmente se sentir vivo.
    Você nunca será feliz. Nunca terá a vida que deseja. Nunca conseguirá gerar as condições perfeitas para atingir a realização definitiva. Se esperar por isso, a morte vai chegar e não vão subir os créditos, ninguém vai aplaudir e nenhuma luz vai acender. Nada de autógrafos e sucesso. Apenas a cova fria e escura. Parece assustador? Você não sabe onde estive.
    Se eu perguntasse quem é você, provavelmente viria cheio de frases prontas. Um monte de besteiras. Músicas que gosta, filmes, lugar onde trabalha, suas mazelas nos relacionamentos, a cidade onde cresceu e as expectativas salariais dos próximos anos. Você não é nada disso.
    Se me perguntassem, diria: eu sou o punho de Jack acertando a sua cara. Eu sou o câncer no coração podre de Jack. A profunda amargura que sobrou das decepções de Jack. Sou o sangue, a carne e a mente doentia de Jack. Sou tudo o que você quis ser e não teve coragem.
    Eu sou Tyler Durden.

    (Autor desconhecido)

  4. Tudo muda, inclusive nossas batalhas. Mais cedo ou mais tarde aprendemos a lutar por algo, e não por alguém. Amor somente o próprio, ficar feliz por ter alguém ao pé de seu ouvido dizendo que te ama representa não muito mais que imaturidade. Conforte-se apenas com tuas ilusões e não tente me convencer do que pensas em uma inútil tentativa de fazer-me crer nos teus próprios ideais.
    Sei quem sou, de onde vim e para onde vou, irei escutar sempre aquele bom e velho rock n' roll, sem importar-me do que gostas. E mudar por outra pessoa as características que fazem com que cada alma seja única é de longe talvez o maior erro que possamos cometer.
    Assim, sem olhar para trás e sem jamais dizer adeus, vou continuar a caminhar para frente e sempre avante, aventure-se comigo se lhe parecer interessante, mas não tente jamais privar-me de mim mesmo. 

  5. O que se planta se colhe. Evidentemente, uma expressão trivial da sabedoria popular, mas com uma infinidade de analogias que podem ser empregadas em todos os contextos da nossa vida. No desenvolvimento sócio-econômico-cultural-emocional-empírico e outras tantas vertentes de nossa realidade, o que ansiamos, o que fazemos por acontecer, o que planejamos, são o reflexo do nosso campo de visão, se ele é extenso, se é medido com as relevâncias do espaço/tempo que impomos, se será benéfico ou maléfico, e todas as outras variáveis que consideramos ao avaliar nossas investidas, enfim. Não existe um prazo de compensação na colheita específico daquilo que plantamos quando se trata de nossas vidas, mas a colheita é certa. Assim sendo, é bem simples: Aproveitemos o nosso campo de visão aguçado e extenso, analisemos a forma mais apropriada para o uso desse espaço visando alcançar o máximo proveito possível, potencializando os resultados durante o processo, aproveitando tudo, fazendo tudo o que não fora planejado de forma cautelosa, estando atentos e preparados para os demais imprevistos e intempéries, mantendo os pés no chão e arregaçando as mangas com todo o empenho para o alcance de nossos objetivos, sabendo assim, condicioná-los à nossa própria vontade, defendendo com todo o afinco, por ter sido trabalhoso, e consequentemente se tornando valoroso, e colher os frutos de uma investida de sucesso. A compensação por todo o sacrifício. O que você está plantando ultimamente? Vale o esforço? Você considerou os prós e os contras? Os frutos foram bons? Você simplesmente jogou os frutos podres fora? Você considerou que até mesmo os frutos podres servem de adubo? Você adquiriu sua autossuficiência após aprender como plantar?


  6. Se o bom senso na mente masculina entra em desuso ou é algo inexistente por parte do indivíduo pertencente ao nosso gênero, o respeito será automaticamente inoperante. Respeito esse que se expressa em ações triviais no cotidiano, e são o reflexo dos princípios e valores morais e cívicos que o individuo adquire, cultiva e possui. Logo, os princípios são pouco perceptíveis à maioria e de cunho inteiramente pessoal, fator este que transmite a ideia de que, exibi-los propositadamente já distorce todo o seu real significado. 

    Então, o bom senso, o respeito e os princípios são, nada mais nada menos que a consciência. Consciência remete a ideia de consideração. Consideração não se limita apenas aos outros homens que você conhece, ela se estende e se aplica a todos os indivíduos do gênero. É uma união que não foi estabelecida previamente, mas que existe universalmente e precisa ser utilizada integralmente, em qualquer ocasião.

    Consciência é a análise do seu comportamento e o prever das consequências que o mesmo acarretará caso você priorize os seus interesses e ignore o dos outros. Consciência é o que impede o egoísmo de se instaurar e ocasionar os danos irreversíveis que ele causa em sua maioria. Consciência é a escolha de não prejudicar um outro homem deliberadamente para o alcance de seus objetivos. Consciência é reconhecer os valores que um outro homem possui. Consciência é notar o que há de melhor nos outros homens, espelhar-se no que há de melhor neles, e adaptar estes ideais e comportamentos em sua vida. Consciência é assumir um papel digno nas mais diversas situações que o exijam, desde não tentar se promover às custas do outro, denegrindo a sua imagem no intento de conseguir aquele cargo destacado ou aquela garota que você julga ser especial, até ao ato de cumprimentar um cidadão, em uma hipotética ocasião, que você não conheça, mas conhece a mulher que ele acompanha. Este último exemplo é uma das máximas de demonstrações de respeito mútuo entre homens e seus respectivos espaços e posição.

    Consciência é demonstrar humildade e transmitir dignidade aos que são merecedores e dignos do seu respeito. Consciência é o que nós homens precisamos cultivar dentro de nós e propagar pelo mundo afora. Consciência é o que nos define. Consciência é o que nos torna homens honrados.

    Força e Honra.

  7. Permitam-me apresentar meus conceitos no que se refere aos setores menos favorecidos de nossa sociedade assustadoramente desigual e de nosso sistema repleto de lacunas. 
    Desde a tenra idade, o ser humano, instintivamente, tem a sua necessidade por sobrevivência. E, não importando os meios, seja por influência da mídia ou por ações/exemplos de pessoas próximas, ensino secular ou quaisquer outros recursos de aprendizagem, este indivíduo em foco compreende que ações como o homicídio e o furto, por exemplo, são práticas invariavelmente abomináveis. Independente do perímetro social do qual o indivíduo esteja inserido, do ambiente familiar ao qual ele pertença, ou de qualquer outro local em ele coabite, este mesmo indivíduo sabe que tais atos são condenáveis e passíveis de penas legais de acordo com a constituição vigente. 
    Evidentemente, existem pessoas que não tiveram a mesma oportunidade que outras, mas isto não justifica de forma alguma o raciocínio de não haver nenhuma outra alternativa louvável para o mesmo garantir a sua sobrevivência. Sou a favor do pensamento de que, qualquer tipo de trabalho pode perfeitamente ser considerado honesto e é o supra sumo da dignidade de um ser humano, independente das mordomias atribuídas a ele. Cabe ao indivíduo não se dar por vencido quanto às limitações que o próprio sistema impõe, e lutar para reverter a sua situação. Sempre há outra alternativa que não seja a da criminalidade, daí qualquer criatividade e perseverança são ferramentas imprescindíveis nessas situações, basta almejar com afinco e arriscar. Sem querer menosprezar ou parecer presunçoso, desejo que todos os cidadãos que estejam em uma situação mais favorecida se comparados aos descritos acima, e que direta ou indiretamente estão, assim como eles ou por meio deles, a mercê das consequências de uma sociedade cada vez mais egoísta, violenta e marginalizada, possam partilhar do pensamento de que todos nós, temos por obrigação prover meios para que essa situação mude, sem acepções ou favoritismos, meios esses que façam jus e se enquadrem ao dito provérbio de sabedoria popular: ''Não basta dar o peixe, é necessário ensinar a pescar.'' 
    Barrigas não ficam cheias para sempre com esmolas, é preciso mais do que isso. O ato de se comover não é nem mesmo o mínimo do que você pode fazer. O problema deve ser resolvido diretamente na fonte, que vai desde as urnas eletrônicas até pequenos sacrifícios pessoais de doação de tempo, talentos e outras ações nobres provenientes da caridade que existe em nós, seres humanos, instintivamente. Ande pela cidade e olhe ao seu redor: Existe um mal que aflige a todos nós. Pessoas estão sofrendo, outras não compreendem o valor que uma vida tem, outras se acomodam em pleno caos.

    O que você já fez para reverter essa situação hoje?